ÚLTIMAS NOTÍCIAS CORONAVÍRUS – COVID-19

Uso de Anti-inflamatórios Hormonais e Não hormonais

data: 16/03/2020

Consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, Nancy Bellei explica que as evidências de que anti-inflamatórios não hormonais, como Ibuprofeno, agravam casos de COVID-19 ainda que frágeis, mas explica que já há diversos estudos comprovando que os anti-inflamatórios hormonais, conhecidos como corticoides, sabidamente pioram as infecções por Coronavírus. Dessa forma, ela alerta, remédios como prednisona e dexametasona não devem ser utilizados em caso de Coronavírus. 

https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,ibuprofeno-deve-ser-evitado-em-caso-de-coronavirus-diz-entidade-medica,70003234399

Sociedade Brasileira de Infectologia responde sobre “Eficácia do álcool gel na higienização das mãos e ação contra o novo coronavírus”

data: 03/03/2020

Sim é eficaz e está comprovado que o álcool na concentração ideal de 70% é eficaz na antissepsia das mãos (sob a forma de gel) e na desinfecção de superfícies contaminadas.

https://www.infectologia.org.br/admin/zcloud/principal/2020/03/NotaEsclarecimento_AlcoolGel_03-03.pdf

Primeiro Caso Grave de Coronavírus no Brasil

data: 16/03/2020

O estado do Rio de Janeiro registrou o primeiro caso de um doente que apresenta estado de saúde muito grave devido à contaminação por coronavírus. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o homem é um médico de 65 anos que está internado em estado gravíssimo num hospital da rede privada da capital fluminense. 

https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/03/16/rio-de-janeiro-registra-caso-paciente-muito-grave-com-coronavirus.htm

Posicionamento das entidades europeias

data: 03/03/2020

Autoridades do Governo da Espanha e de Portugal afirmaram que é errada a orientação do Ministério da Saúde da França.

A Agência Espanhola de Medicamentos e Produtos Sanitário (AEMPS) admitiu que o Comitê de Avaliação de Risco de Farmacovigilância está revendo a suposta relação entre o ibuprofeno e a piora da infecção. “Espera-se que esta análise em nível europeu seja concluída, de acordo com a nota do Ministério da Saúde da Espanha em maio de 2020, mas com as informações disponíveis hoje em dia, é complexo determinar se essa associação existe”.

A Infarmed, Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde de Portugal, publicou uma nota no qual esclarece que não existem, atualmente, dados científicos que confirmem um possível agravamento da infeção por COVID-19 com a administração de ibuprofeno ou outros anti-inflamatórios não esteroides.

A agência orientou que o tratamento sintomático da febre deve ser realizado através do uso de paracetamol como primeira alternativa. No entanto, também não há evidências para contraindicar o uso de ibuprofeno.

O Conselho de Hipertensão da Sociedade Europeia de Cardiologia que apresenta a seguinte orientação “O Conselho recomenda fortemente que médicos e pacientes continuem o tratamento com a terapia anti-hipertensiva habitual, porque não há evidências clínicas ou científicas que sugiram que o tratamento com ACE ou ARB [fármacos anti-hipertensivos] seja interrompido por causa da infeção por Covid-19”.

https://pfarma.com.br/noticia-setor-farmaceutico/estudo-e-pesquisa/5255-ibuprofeno-cortisona-coronavirus.html

Sociedade Brasileira de Infectologia responde sobre “Eficácia do álcool gel na higienização das mãos e ação contra o novo coronavírus”

data: 03/03/2020

Sim é eficaz e está comprovado que o álcool na concentração ideal de 70% é eficaz na antissepsia das mãos (sob a forma de gel) e na desinfecção de superfícies contaminadas.

https://www.infectologia.org.br/admin/zcloud/principal/2020/03/NotaEsclarecimento_AlcoolGel_03-03.pdf

Coronavírus e vacinas influenza e pneumocócicas

data: 10/02/2020

Em “Nota à população e aos profissionais da saúde”, a SBIm esclarece que a vacinação contra gripe e pneumococo, além de prevenir o indivíduo do adoecimento e/ou de complicações, contribui para reduzir a circulação dos agentes no meio ambiente, o que ajuda a proteger também aqueles que não podem ser vacinados. Contudo, não protege e nem aumenta a resistência para a infecção por qualquer tipo de coronavírus.

A nota também lista as orientações do Ministério da Saúde para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, e cita as condutas que os profissionais da saúde devem ser adotar no manejo de pacientes sob supeita de infecção.

 

https://sbim.org.br/noticias/1210-coronavirus-e-vacinas-influenza-e-pneumococicas

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